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sábado, 31 de maio de 2014

Análise: Watch Dogs

Divulgação
Rodrigo Guerra Do UOL, em São Paulo

CONSIDERAÇÕES
 "Watch Dogs" reúne o que há de melhor de "Assassin's Creed", "Splinter Cell" e "Far Cry" e ainda consegue firmar sua própria identidade ao criar uma cidade crível e novas mecânicas de jogo. Porém, o maior inimigo da nova franquia da Ubisoft é "Grand Theft Auto V". Em comparação com Los Santos (aliás, comparação traçada por vezes pela própria Ubisoft), a Chicago virtual é uma cidade meio morta. Certos pontos do coração da metrópole são vazios, dando a impressão de que estamos em um feriado prolongado que os cidadãos aproveitaram para viajar. A história, embora seja muito boa, se alonga demais e por vezes perde o fio da meada – o segundo ato, principalmente, poderia receber um 'resume aí fera' e ficar mais curtinho. Ainda assim, isso não tira o brilho do game, que faz com que o mundo contemporâneo seja bem representado com detalhes que vão das redes sociais ao perigo de estar o tempo todo conectado. No geral, "Watch Dogs" é um ótimo game, pensado e construído para os novos consoles – as versões de PlayStation 3 e Xbox 360 são apenas uma sombra do potencial real do jogo. Este é um ótimo início de franquia e tem ideias que podem ser melhoradas e arestas para serem aparadas em futuras continuações. INTRODUÇÃO Anunciado na E3 2012, "Watch Dogs" foi o primeiro jogo desta 'atual nova geração' a ser mostrado para o público – mesmo que na época ninguém tenha dito isso abertamente. "Watch Dogs" é um jogo de mundo aberto em terceira pessoa que se passa na cidade de Chicago e conta a história de Aiden Pearce, um hacker amargurado que se culpa por ser um dos responsáveis pela morte de sua sobrinha. Movido pelo espírito de vingança, o hacker decide encontrar os responsáveis pela morte dela e para isso conta com a ajuda da tecnologia para tomar conta da cidade usando apenas o seu smartphone, seja para apagar semáforos, roubar carros ou colocar a cidade inteira em um blackout - e até ouvir uma musiquinha de vez em quando, para relaxar.
 PONTOS POSITIVOS
 Boa história Aiden Pearce é um anti-herói durão e esperto. Ele usa habilidades hackers para invadir a vida de qualquer pessoa e empresa para alcançar seus objetivos, mesmo que eles não sejam tão nobres – na verdade, Aiden é egoísta e dispensa o altruísmo dos outros. Porém, por baixo do boné existe um cara amargurado que se martiriza pela morte da sobrinha, que foi assassinada pelos inimigos de Aiden. Ele consegue esquecer temporariamente de seus problemas bisbilhotando a vida dos cidadãos de Chicago, vendo quem está devendo para agiotas ou quem tem um parente doente – a vida de todos aparece no visor de seu smartphone. A história vai se desenrolando e mostrando mais da personalidade de Aiden e seus aliados, o que é ótimo, já que são mais de 40 horas para ir do início ao fim do jogo. O problema é que alguns pontos do jogo são esticados e supervalorizados, principalmente o segundo ato, que se arrasta justamente para mostrar o quão cabeça dura é o protagonista. Passando essa parte, "Watch Dogs" engrena e mostra uma boa história que mistura espionagem e ação com uma pitada de teoria da conspiração. Muito conteúdo "Watch Dogs" mistura um pouco de cada jogo de sucesso da Ubisoft nos últimos anos. Do mundo aberto de "Assassin's Creed" às espionagens e bugigangas de "Splinter Cell". Porém, isso não quer dizer que o game é um 'Frankenstein' maluco e sem identidade: na verdade, "Watch Dogs" tem muita personalidade e apresenta muitas novas ideias da produtora francesa. Começando pela oportunidade de explorar uma cidade contemporânea e ligada aos costumes atuais, como troca de mensagens pelo smartphone e uso de redes sociais – existe até mesmo uma espécie de Foursquare –, onde os jogadores podem marcar os locais que passaram e virar 'prefeitos' de bares e restaurantes, tudo isso online e com direito de deixar presentes para outros jogadores que passarem pelo mesmo local mais tarde. Essa rede social permite ver detalhes de lugares, como a estátua de Abraham Lincoln ou a antiga sede da prefeitura de Chicago, o que acrescenta um toque de cultura para o game. Outra coisa herdada de "Assassin's Creed" é a quantidade de missões e colecionáveis disponíveis. Por exemplo, são 100 lugares para fazer check-in, dezenas de câmeras escondidas nas casas e outras tantas tarefas que você passará centenas de horas, talvez meses, até conseguir fazer tudo. Mecânicas divertidas Diferente de "GTA V", em que 90% das missões podem ser concluídas com um tiroteio básico, "Watch Dogs" tenta levar o mundo da espionagem eletrônica para os games. Algumas missões, como invadir o sistema da ctOS, empresa que faz a segurança da cidade de Chicago, podem ser feitas sem disparar um tiro sequer. Você pode hackear as câmeras de vigilância para invadir o sistema e sair de lá com o controle da cidade sem ter disparado uma bala. Mas quando o tiroteio se faz necessário, "Watch Dogs" também é bem competente. Além de ter um arsenal bem completo, com pistolas, escopetas e outras tantas subcategorias que dariam medo até em Rambo. Aiden pode se esconder nos cantos e usar o sistema de Focus, que diminui a velocidade do tempo para conseguir dar disparos certeiros na cabeça dos adversários ou simplesmente saltar por cima de carros desferindo chutes e voadoras incríveis – e dando um visual incrível aos combates. Perseguições de carro Como na maioria dos jogos em terceira pessoa, você vai dirigir muito em "Watch Dogs" e na maioria dessas missões você estará fugindo, seja da polícia, membros de gangues ou até mesmo de outros jogadores. Conforme você abre novas habilidades de hacks, mais divertidas ficam as fugas motorizadas. Fechar cruzamentos é só o início: em partes mais avançadas do jogo você pode causar blackouts na cidade inteira e até mesmo interromper perseguições de helicópteros. Nos níveis finais, a cidade vira, literalmente, um brinquedo na mão de Aiden. Nada escapa dos toques do celular dele. Dutos de gás e bloqueios de rua criam cenas de ação cinematográficas, incríveis e emocionantes. Multiplayer consistente A maior graça de jogar "Watch Dogs" é estar sempre correndo perigo, seja pelas missões bem construídas, seja pela ameaça de ter seu jogo invadido por outro jogador. Esse segundo caso adiciona uma pitada de imprevisibilidade que é emocionante. Você pode, por exemplo, estar passeando pela cidade, mas, de repente, recebe uma notificação de que está sendo hackeado. Cabe a você descobrir quem é o hacker e impedir que ele roube seus dados. Isso pode ser feito de diversas formas, desde usar câmeras de segurança até tentar assustar a população ao redor. Depois de identificado, começa uma perseguição pela cidade para matar o invasor – e assim impedir que ele fique com seus dados. O mais bacana é que isso faz parte da história – os invasores são do DeadSec, um grupo hacker que está de olho nas ações de Aiden. Mas se isso o incomoda, não tem problema, você pode desligar essas interações a qualquer momento no menu do seu celular – mas saiba que estará perdendo uma das coisas mais legais do jogo. Existem também outras modalidades online com outros jogadores, como corridas, mata-mata e até um modo semelhante a capturar a bandeira. São bacanas, mas nada indispensável ou que você já não tenha experimentado antes em outros games.
 PONTOS NEGATIVOS
 Cidade fantasma? A cidade de Chicago no mundo real é uma das metrópoles mais vivas e apinhadas de gente, mas isso não transparece no jogo. Em certos momentos, avenidas e praças parecem ser de São Paulo durante as folgas do final de ano: vazias, parece que todo mundo foi viajar para outro lugar. Em outras situações, as pessoas nas ruas simplesmente não estão fazendo nada, só andando de um lado para outro, sem rumo. É um pouco decepcionante ver esse tipo de comportamento em um jogo de nova geração, ainda mais depois de "GTA V", que mostrou uma vida absolutamente vibrante em Los Santos. Dublagem poderia ser melhor A versão dublada de "Watch Dogs" tem seus pontos altos e baixos. Enquanto a voz de Aiden combina com o personagem, o mesmo não pode ser dito dos outros personagens. Jordi, um dos comparsas de Aiden, é exemplo disso. A voz dele realmente não combina com seus trejeitos e expressões – e isso fica evidente quando você muda a dublagem para o inglês. Porém, o que mais estranha é que Chicago parece ser uma 'sucursal' do Rio de Janeiro. Obviamente, nada contra os cariocas, mas o sotaque fluminense é carregado demais para deixar passar batido. Jacks (sobrinho de Aiden) e Nicole (irmã do protagonista) não enganam ninguém. Enfim, a dublagem não é horrível, impossível de aguentar - pelo contrário, joguei "Watch Dogs" do início ao fim em português e a localização está ok, especialmente na imensa quantidade de textos presentes -, mas certamente poderia ser melhor. Aliás, fica um toque: é possível configurar para ter as vozes no idioma original, em inglês, e todas as legendas e textos em português brasileiro.

Nintendo cria adaptador de controle de Gamecube para Wii U


A nintendo anunciou em seu perfil no Twitter e no vídeo promocional do campeonato de Super Smash Bros. um adaptador para Wii U que permite que o console seja jogado por meio de controles de Gamecube. A empresa não informou como o acessório será vendido. Ele conta com quatro entradas de controles e se conecta ao Wii U pela entrada USB.

Mario Kart 8 terá carro da Mercedes-Benz em pacote gratuito


Em uma parceria com a montadora alemã Mercedes-Benz, a Nintendo irá introduzir um novo veículo em Mario Kart 8. Por meio de um pacote de expansão gratuito, jogadores poderão utilizar o modelo GLA em suas corridas, ao invés dos tradicionais karts. A novidade foi confirmada apenas no Japão. A Nintendo não informou se o pacote será lançado também em outros países. Mario Kart 8 é exclusivo do Wii U . Contará com 16 pistas inéditas e 16 clássicas, assim como um total de 29 personagens como Mario, Luigi, Peach e Donkey Kong.

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Assista a nova cenas de Mighty No. 9, o sucessor de Mega Man


Por Fernando Mucioli
 O estúdio japonês Comcept divulgou um novo trailer com cenas de gameplay de Mighty No. 9, o sucessor espiritual de Mega Man. O vídeo mostra o herói passando por diversas fases do jogo, e até enfrentando alguns chefes. Ele também revela a mecânica de atravessar os inimigos quando eles morrem, para acumular pontos. Mighty No. 9 foi anunciado em 2013 e financiado por mais de 65 mil pessoas através do Kickstarter, acumulando quase US$ 4 milhões em doações - bem mais do que os US$ 900 mil pedidos originalmente. O projeto é encabeçado por Keiji Inafune, ex-funcionário da Capcom que fez parte da equipe original de Mega Man na década de 80. Assista ao vídeo abaixo:

Confira 10 curiosidades sobre a série Mario Kart


Mario Kart 8, novo game da série de karts da Nintendo, foi lançado nesta sexta-feira (30). O jogo traz para a franquia novos itens, pistas e personagens jogáveis. Além disso, traz gráficos em alta definição pela primeira vez e possui a opção de gravar e compartilhar vídeos das suas corridas no Mario Kart TV ou Youtube. Sem dúvidas a série Mario Kart é conhecida mundialmente, mas existem alguns segredos que até mesmo os maiores jogadores não conhecem. Confira a nossa lista de 10 curiosidades sobre Mario Kart e veja se você é realmente um verdadeiro fã. 1 - Paródia de marcas O Mario Kart 64 possuía imagens de propagandas ao redor das pistas que faziam referência a marcas conhecidas, mas com algumas variações para o universo de Mario, como Marioro e Luigip. Elas foram retiradas do game, pois poderiam afetar sua indicação etária e causar um processo por parte das empresas. 2 - Magikoopa em Mario Kart 64 Em Mario Kart 64, Kamek, o Magikoopa e vilão da série Yoshi, seria um dos personagens jogáveis, mas foi substituído por Donkey Kong na versão final do game. 3 - Terceiro mais vendido da história De acordo com o Guinness Book, livro dos recordes, Mario Kart Wii é o terceiro jogo mais vendido da história com aproximadamente 34 milhões de unidades vendidas, ficando atrás apenas de Super Mario Bros (40 milhões) e Wii Sports (81 milhões). 4- A volta mais rápida em Kalimari Desert De acordo com o Guinness Book, a volta mais rápida na pista Kalimari Desert é de 32.83 segundos. O jogador emkarter2014 completou a pista e superou o segundo lugar por apenas .55 segundos. 5 - O Casco Azul, um dos itens mais importantes na série Mario Kart, só existe pelas limitações na capacidade de processamento do Nintendo 64. Hideki Konno, diretor de diversos jogos da série, afirmou em uma entrevista que o item só foi criado para impedir que um jogador habilidoso tomasse a liderança e criasse uma distância de seus adversários que poderia atrapalhar o processamento do game no console. 6 - Rainbow Road sempre presente Existe pelo menos uma pista chamada Rainbow Road em todos os games da série Mario Kart. O lançamento para Wii U, Mario Kart 8, possui duas. 7 - Wario Stadium deixado de lado Wario Stadium é a única fase de Mario Kart 64 que não possui um remake em outros games da série. O nome do mapa é utilizado em outros jogos, mas o cenário é completamente diferente do visto no título para Nintendo 64. 8 - Em todos os games Apenas seis personagens estão presentes em todos os games da série: Mario, Luigi, Bowser, Princesa Peach, Toad e Yoshi. O Donkey Kong não entra na lista, pois na versão para Super Mario Kart quem estava em seu lugar era Donkey Kong Jr. 9 - Sem problemas de "colar" tela O manual de instruções de Super Mario Kart possui algumas instruções sobre como obter vantagem no Battle Mode. No entanto, a última é curiosa, pois incentiva o jogador a olhar a tela de seu adversário, uma prática considerada como uma trapaça atualmente 10 - Largando com tudo O Rocket Start é pequeno turbo que os jogadores podem conseguir na largada de todos os games de Mario Kart. A melhor maneira para obter essa vantagem é começar a acelerar quando a contagem chega ao número 2.

Square Enix adapta RPG do PlayStation 2 para iOS e Android


PorFernando Mucioli
 A Square Enix está relançando um dos seus RPG do PlayStation 2 para dispositivos iOS e Android. Trata-se de Dragon Quest VIII: Journey of the Cursed King, jogo lançado para o console de sexta geração da Sony em 2004, no Japão, e 2005, nos Estados Unidos. A versão mobile do game já estava disponível no Japão desde dezembro de 2013, mas só agora chegou às versões ocidentais da App Store e do Google Play. O RPG custa US$ 19,90 na loja da Apple e R$ 43,95 na do Android. Como de costume, os gráficos e controles foram adaptados para que o jogo funcione mais adequadamente aos dispositivos móveis. Assista abaixo um vídeo que mostra como ficaram essas novas versões:

X-MEN DAYS OF FUTURE PAST Mobile Game

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  por Seth Robison
Uma outra homenagem à hq original , o jogo usa habilmente o clássico "Detido / Assassinado", como a tela de seleção de personagem. Uma das facetas mais refrescantes é a rejeição fundamental do jogo do popular sistema de compras in-app; o jogo custa um valor fixo (2,99 dólares na App Store), que inclui todo o conteúdo do jogo, sem anúncios ou "metros de fadiga", além da promessa de conteúdo futuro livre incluindo jogável Magneto, Tempestade e Polaris. Se você é um fã de pirataria, cortando e exportando para escondidos power-ups, eles encontrou o jogo certo. Estágios são expansivas, sem ficar chato ou confuso. Inimigos, incluindo os membros clássicos da Irmandade de Mutantes, aumentar gradualmente em número, estilo de ataque e forma, e você enfrentá-los com ataques / poderes que você atualizar (a partir de um pool compartilhado de XP) que são visualmente preciso para o personagem do jogador . Os controladores de toque do iPad funcionam excepcionalmente bem, especialmente o esquema de controlador de furto "tela cheia", o que provavelmente seria a melhor opção para aqueles que tentam o jogo na tela menor do iPhone. Contrariando os jogos apelar é um problema que tem atormentado X-Men jogos a partir do título arcade clássico para jogos do console em casa que o precederam: os oito poderes dos mutantes jogáveis ​​não são equiparados aos colegas de quadrinhos, ou seja Shadowcat, Wolverine e Colossus todos soco para a mesma quantidade de dano, apesar de seus diferentes níveis de força física. Se assistir o novo filme tem sua própria coceira gene mutante, Os Uncanny X-Men: Days of Future Past poderia satisfazer a sua necessidade de causar alguns robôs gigantes no caminho para casa do teatro.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

EA dá Battlefield 3 de graça para usuários do Origin


Por Fernando Mucioli
A publisher Electronic Arts está dando Battlefield 3 de graça para todos os usuários da plataforma Origin. A oferta vale até 3 de junho e faz parte da iniciativa da empresa de oferecer um game de graça por mês. O jogo anterior a esse foi o Dead Space original. O Origin é um serviço similar ao Steam, mas operado pela própria Electronic Arts. Ele estreou em 2011 e, desde então, os games da empresa deixaram de aparecer na loja online da Valve. Para baixar o seu Battlefield 3 de graça, basta ter uma conta e acessar o site, que tem uma versão oficial para o Brasil. Vale lembrar que a versão do game oferecida é a básica, sem nenhuma das expansões. O jogo foi lançado originalmente também em 2011, e marcou o retorno da série principal dentro da franquia de shooters da EA.

Criadores de Mortal Kombat insinuam anúncio de novo game da série


Por Fernando Mucioli
 Um novo jogo da série Mortal Kombat pode ser revelado durante a E3, em junho. Os boatos começaram a circular quando um panfleto com os dizeres "Who's Next?" ("Quem é o próximo?"), a imagem de uma espinha dorsal e o logo da serie vazaram na internet. Logo em seguida, Ed Boon, criador da série, atualizou seu perfil do Twitter para mostrar o mesmo logo e os mesmos dizeres do material vazado. O perfil oficial do game no Facebook seguiu o exemplo. Mortal Kombat foi uma das séries de jogos de luta mais famosas da década de 90. Ela acabou sendo esquecida na década seguinte, mas voltou com uma nova edição em 2011, conquistando grande sucesso de vendas. A Netherrealm Studios, estúdio responsável pelo MK novo, também trabalhou em Injustice, jogo de luta com personagens como Batman, Superman, e outros personagens da DC Comics. A edição 2014 da E3 vai de 10 a 12 de junho, mas algumas conferências, como a da Microsoft e da Sony, são realizadas nos dias anteriores.

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Nintendo desativa multiplayer dos consoles Nintendo Wii e DS


A Nintendo desativou na última terça-feira (20) os serviços online dos consoles Nintendo Wii e DS. O recurso permitia a realização de partidas multiplayer online por meio do Nintendo Wi-Fi Connection. Jogos como Mario Kart, Super Smash Bros. Brawl e Pokémon são alguns dos títulos que não terão mais a opção de disputas online. A decisão foi tomada devido ao fechamento dos servidores da empresa GameSpy, que entrou em falência. Os recursos online do Nintendo Wii U e 3DS continuam funcionando normalmente.

Watch Dogs quebra recorde de vendas em um dia da Ubisoft


A Ubisoft anunciou nesta quarta-feira (28) que Watch Dogs se tornou o game mais vendido nas primeiras 24 horas de lançamento na história da empresa. "Uma vez falei que toda a expectativa para Watch Dogs foi motivada pela incrível paixão de nossos fãs", afirmou Jonathan Morin, diretor criativo em uma publicação no blog da desenvolvedora. "Hoje nós quebramos o recorde de vendas do primeiro dia na história da Ubisoft", completou. A estimativa é que o título venda mais de 6 milhões de cópias. Watch Dogs foi lançado na última terça-feira (27) para PC, Playstation 3, Playstation 4, Xbox 360 e Xbox One. Apesar de ser o grande lançamento do ano da Ubisoft, trouxe poucas novidades, mas segue a fórmula de sucesso da empresa, como pode ser visto em nosso review.

terça-feira, 27 de maio de 2014

EA cancela game online com naves clássicas de Star Wars


Por Fernando Mucioli
 A Electronic Arts cancelou o novo jogo baseado nas batalhas espaciais de Star Wars que estava em testes para PC. Attack Squadrons foi anunciado como sendo um game gratuito, com multiplayer online, no qual até 16 pessoas poderiam dividir uma arena em batalhas entre as mais diversas naves da franquia criada por George Lucas. A desenvolvedora Area 52 Games, porém, anunciou em seu site oficial que as operações do jogo serão encerradas antes mesmo de a versão final ser lançada. "Depois de muita análise, decidimos cessar o desenvolvimento para que possamos nos focar em outras experiências de jogo de Star Wars". A Electronic Arts tem outros projetos relacionados a Star Wars em andamento, sendo um deles um novo Battlefront. Ainda há outro, que conta com o envolvimento da roteirista de Uncharted, mas esse não foi anunciado oficialmente. Assista abaixo a um vídeo do game cancelado:

Assista à primeira sequência de gameplay de The Order: 1886, para o PS4

Por Fernando Mucioli
 A Sony divulgou o primeiro vídeo com gameplay de The Order: 1886, um dos próximos games exclusivos do PlayStation 4. O jogo está sendo desenvolvido pelo estúdio Ready at Dawn da Sony, o mesmo dos dois God of War para o PSP, e mostra Londres em um universo paralelo em que a Era Vitoriana está repleta de tecnologia avançada. Os personagens do game são membros de uma força especial da realeza, encarregados de caçar e exterminar mutantes que são meio homens, meio monstros. O jogo tem lançamento previsto ainda para 2014. Assista abaixo ao vídeo:

Chinês sofre hemorragia cerebral depois de jogar por três dias sem parar


Por Fernando Mucioli
 Um chinês de 26 anos sofreu hemorragia cerebral depois de passar três dias jogando sem parar. Xiao Qiang desmaiou na cadeira de uma LAN House e foi levado para o hospital depois de passar três dias e três noites jogando sem parar, segundo o site Voice of China. Qiang foi diagnosticado com uma hemorragia no cérebro e atualmente sofre de paralisia parcial no corpo. Os médicos responsáveis dizem que ele será capaz de recuperar a maioria de suas funções motoras, mas continuará tendo dificuldades de fala e problemas mentais. Ainda segundo o Voice of China, o jogador chinês pesava cerca de 100 kg, gostava de comer frango frito e de bebidas com gás, o que pode ter sido um fator de risco. Casos como esse já se tornaram comuns em lugares como China e Coreia do Sul, onde a cultura das LAN Houses ainda é forte e há grande variedade de games online.

Prévia: Modern Combat 5 tem tiroteios rápidos e com qualidade de console



Por Fernando Mucioli
 Não é novidade que os games para celular estejam oferecendo uma qualidade - seja em gráficos ou experiência - similar a videogames "de verdade". Há sucessos simples, porém, geniais, como Cut the Rope e Threes, e há os games que emulam a fórmula dos grandes blockbusters de console. Esse segundo é o caso da franquia Modern Combat, da Gameloft. Modern Combat 5 é o novo jogo da série que chega ainda neste ano para dispositivos Android, iOS e, pela primeira vez, Windows Phone. Ele tem metralhadoras, granadas, sequências em câmera lenta, e é provavelmente o mais próximo que você chegará de jogar Call of Duty em um iPad. O herói da vez é Phoenix, soldado de uma equipe militar incumbida de interceptar um carregamento terrorista de armas. Ele descobre, porém, que a ação era uma armadilha acobertando algo muito maior, e passa a ser caçado tanto pelos bandidos quanto pela organização para a qual trabalhava. Essa é a desculpa para você pegar o seu telefone ou tablet e atirar em bandidos ao redor do mundo. Os cenários apresentados na demonstração a que tivemos acesso foram a Itália, com canais e feiras de rua, e os templos gigantes do Japão - cenários coloridos e bastante detalhados, especialmente considerando que este é um jogo mobile. Segundo a produtora, algumas das principais melhorias gráficas estão na iluminação do cenário e na profundidade de campo. E, de fato, o game parece com algo que seria possível jogar no PlayStation 2. A saga de Phoenix é dividida em dois tipos: história e desafios avulsos. Cada fase liberada no primeiro libera uma no segundo, que pode variar desde um passeio comum por um cenário cheio de inimigos até um simulador de sniper. Em uma delas, seu personagem fica do alto de um prédio dando cobertura a um agente no chão, usando um rifle de precisão. Além de usar o super-zoom da arma para marcar headshots, há também uma mecânica de bala teleguiada, que você pode controlar pela tela sensível ao toque do seu dispositivo. Outra apresenta uma sequência de portas e, atrás de cada uma delas, um grupo de inimigos. O desafio é eliminar todos enquanto o tempo passa em câmera lenta antes que eles reajam. Em Modern Combat 5 a Gameloft decidiu por fases mais curtas, em ambos os casos - você não passa mais do que cinco minutos em uma única missão, o que faz sentido para um game mobile. Até as missões de história, que antes eram mais compridas, agora foram quebradas em pequenas seções menores para facilitar a experiência. O jogo também tem um sistema de evolução de personagem que ajuda a deixar as coisas interessantes. O seu personagem pode ser da classe Assalto, por exemplo, que se concentra em armas pesadas, ou Recon, de metralhadoras mais leves. Quanto mais você joga, mais ganha experiência e libera equipamentos e opções de personalização. Existem quatro classes no total, e todo o progresso da campanha é compartilhado com o multiplayer online. A Gameloft não divulgou qual será o preço ou o modelo de negócio de Modern Combat 5 - ele pode tanto ser pago quanto gratuito, com compras adicionais. Mesmo assim, ele parece um game de tiro bem feito e interessante para quem não aguenta chegar em casa e ligar o videogame. Ou, quem sabe, até esquecer dele.